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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Fisioterapia e falência sinaptica na Doença de Alzenheimer


Artigo de Revisão do Dr. Denus Selkoe (2002) publicado na Revista Science analizando pesquisas sobre os mecanismos da Doença de Alzenheimer (DA) comprovava já que a perda das sinapses interneirais importava mais que a perda posterior dos neurônios. Primeiramente a ciência demonstrou a perda de neurônios colinérgicos, somente alguns anis depois verificou-se a perda de densidade dos neurônios  nas regiões frontais e temporais numa fase bem mais precoce da doença. E ainda, que mesmo em estágios mais adiantados a relação dos déficits cognitivos é muito mais íntima com a perda sináptica que com as placas senis e os emaranhados neurofibrilares. 
Atualmente pesquisas experimentais evidenciaram um acúmulo da fotma beta-amilóide como promotor das disfunções sinapticas bem antes do surgimento das referidas placas o que pode sugerir um período silencioso da DA. Assim, terapias que inibam o acúmulo desta beta-proteína ou estimulem novas ligações sinapticas são importantes intervenções clinicofuncionais cognitivas. 
Neste cenário, encontramos a atividade física regular (AFR) e a Neurocinesioterapia como grandes promotora de novas ligações sinapticas, porque estimulam o ganho de dorça, coordenação motora e equilíbrio, colocando portanto a Fisioterapia como centro dinâmico das intervenções preventivas e de desaceleração do processo fisiopatológico da DA. 

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