Atualmente pesquisas experimentais evidenciaram um acúmulo da fotma beta-amilóide como promotor das disfunções sinapticas bem antes do surgimento das referidas placas o que pode sugerir um período silencioso da DA. Assim, terapias que inibam o acúmulo desta beta-proteína ou estimulem novas ligações sinapticas são importantes intervenções clinicofuncionais cognitivas.
Neste cenário, encontramos a atividade física regular (AFR) e a Neurocinesioterapia como grandes promotora de novas ligações sinapticas, porque estimulam o ganho de dorça, coordenação motora e equilíbrio, colocando portanto a Fisioterapia como centro dinâmico das intervenções preventivas e de desaceleração do processo fisiopatológico da DA.

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