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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Alho: comprovada ação no controle da hipertensão



De acordo com a agência Reuters (Sucursal Brasil) um estudo realizado na Australia por pesquisadores da Universidade de Adelaide e publicado na Revista Maturitas conduzido em 50 pacientes hipertensos  por 12 semanas que utillizaram quatro cápsulas diárias de extrato de alho envelhecido reduziu em até 10 milímetros a pressão arterial do grupo experimental. Os pesquisadores também alertam que outras formas de consumo podem não possuir o mesmo efeito.
O uso do alho como "medicamento popular" já é disseminado em várias regiões do mundo, a medicina chinesa e indiana (ayurvédica) já utilizavam este composto a milênios. No nordeste brasileiro o alho além de ser um condimento muito utilizado em cozimentos ( o que segundo os pesquisadores inativaria as funções terapêuticas) é também muito utilizado em forma de chás e infusões para tratamento de doenças cardiovasculares e respiratórias. Mas muito ainda necessita ser estudado. Por enquanto não foram encontradas contra-indicações, o que sugere que consumido frequentemente das cápsulas de alho podem ser coadjuvantes no tratamento da hi´pertensão. Mas vale um alerta, pacientes hipertensos não devem para o uso de medicamentos e substâncias prescritas pelo médico. Além do que, o consumo de alimento saudáveis (com pouca gordura saturada e sal) e a prática de atividade física regular supervisionada pelo fisioterapeuta deve ser encorajados dado que a hipertensão é uma síndrome multifatorial.


Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/11/arma-secreta-contra-hipertensao-da-mau-halito.html

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Caminhadas podem prevenir câncer de mama e intestino


A caminhada é uma das atividades físicas mais baratas faz bem a saúde muita gente já sabia, mas que podia prevenir o câncer de mama e intestino foi uma boa surpresa. De acordo dados recentes do The World Cancer Research Fund (WCRF), cerca de 10 mil casos de câncer de mama e intestino poderão ser prevenidos a cada ano no Reino Unido se as pessoas fizerem mais caminhadas rápidas. Qualquer atividade física moderada que acelere o coração e faça você respirar mais profundamente pode trazer os mesmos benefícios à saúde.
Os dados sugerem que 45 minutos ao dia de exercícios moderados podem prevenir cerca de 5.500 casos de câncer de mama, e que 30 minutos de atividades moderadas, pelo menos 5 dias na semana, podem evitar 4.600 casos de câncer de intestino ao ano.
A equipe do WRCF reforçou que o mais importante é o tempo total de atividade. Você não precisa exercitar-se direto durante 45 minutos ao dia para alcançar estes benefícios. Caminhadas curtas que acelerem o coração também são benéficas.
A coordenadora, Dra. Rachel Thompson, disse que com pequenas mudanças na rotina diária é possível alcançar ganhos reais para a saúde. De acordo com o estudo, ainda que as atividades físicas não sejam realizadas diariamente, elas trazem melhorias.
Outros benefícios da prática regular de atividade física como a redução do colesterol ruim (LDL e VLDL) causadores da arteriosclerose (enrijecimento das artérias) e ateriosclerose (deposição de placas de gordura nas artérias – os ateromas) caudadores do AVC, controle da pressão arterial, controle do diabetes, prevenção e tratamento da obesidade, prevenção de artroses e outras doenças osteomusculares.
Mas fica um alerta começar uma prática de atividade física necessita uma avaliação de saúde com um fisioterapeuta ou médico. Se você possui algum doença cardiovascular, metabólica ou problemas como escolioses e artroses a sua atividade física deve ser supervisionada por um fisioterapeuta, que é o profissional que estuda o movimento humano e suas alterações em órgãos e sistemas.


Depois disso veja os 7 passos para uma caminhada saudável:


1. Alimente-se bem. Você previne quedas bruscas na glicemia, o que pode levar a desmaios súbitos.

2. Beba líquidos antes e durante o exercício. A água protege as articulações e mantém a pressão arterial.

3. Use roupas leves, nada de sacos plásticos para desidratar o corpo.

4. Use um tênis confortável preferencialmente com amortecedores para evitar traumas nos pés, tornozelos, joelhos e quadril.

5. Mantenha durante o exercício sua freqüência cardíaca em torno de 80% da freqüência cardíaca máxima. Um método simples de calcular é subtrair sua idade de 220. Se você tem 20 anos sua freqüência cardíaca máxima será 200.

6. Não converse durante as caminhadas. Você pode forçar demasiadamente o sistema cardiovascular.

7. Para relaxar e aproveitar o máximo sua caminhada, leve consigo um radinho de bolso ou um mp3 (ipod).



Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva


Contatos: (88)3412-2949 / (88)3414-4123

Fonte: Artigo modificado do The World Cancer Research Found e http://www.news.med.br/

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Perigos da infiltração articular


Desde a descoberta dos medicamentos muitas técnicas tem sido tentadas para aliviar a dor e sofrimento dos doentes, um dos métodos mais conhecidos e utilizados em meados do século XX foi a infiltração articular. O método é baseado na injeção de medicamento dentro da aritculação através da utilização de antiinflamatórios ou antibióticos no local da lesão. O problema deste método é que ao injetar medicamento o profissional pode permitir a infecção da articulação e daí o paciente pode vir a desenvolver uma infecção generalizada, ou até mesmo a destruição exacerbada da camada de cartilagem já danificada com a biomecânica corporal, como o excesso de peso, uso inadequado da articulação e traumatismos. Outros problemas do método é o aumento da pressão arterial e da glicemia, sendo estas condições patológicas que impedem o uso nesses pacientes, e necessitando de criteriosa avaliação médica e fisioterapêutica. O melhor mesmo, no caso de dores articulares são o repouso na fase aguda, técnicas analgésicas e reabilitação neuromuscular usadas na fisioterapia. Portanto em caso de dor procure sempre um fisioterapeuta.


Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva

sábado, 8 de maio de 2010

Uma poesia de mãe


Um dia, sabe-se lá quando, Deus criou o universo
Vendo então o Senhor que lhe faltava cor, alegria e sentimento, criou a mulher.
Quando criou percebeu que os raios de sol iluminavam tão grande beleza, que ressoava por todo o universo.
Foi então que decidiu espalhar essa beleza por todos os cantos.
Disse então Deus a mulher: Tu que és só mulher e bela, terás agora o poder de espalhar a beleza e o amor por todas as terras e mundos
E aí Deus disse: Serás então, Mãe.
E a mulher sem entender perguntou ao Senhor: Senhor o que será de mim ser mãe?
E o Senhor respondeu:
Ser mãe é esperar nove meses por alguém que já se ama sem mesmo ainda conhecer.
Ser mãe é ter certeza que veio ao mundo para fazer outros felizes.
Ser mãe é você vibrar há cada sorriso, há cada gesto novo dos filhos.
Ser mãe é sonhar acordada o sonho dos filhos quando esses já dormem.
Ser mãe é rezar todos os dias para que Deus guarde a vida tão preciosa dos filhos amados.
Ser mãe é negar as próprias vontades e sonhos, para realizar um momento mágico de vitória para os filhos e para si.
Ser mãe é confiar e amar incondicionalmente.
Ser mãe é não ter preconceito algum.
Ser mãe é ter um amor que ultrapassa o entendimento humano.
Ser mãe é acreditar no amor.
Ser mãe é ser o próprio amor que te criou.


Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva

sábado, 17 de abril de 2010

Uso de medicamentos em idosos

O envelhecimento populacional é uma realidade imutável, além de representar avanços da saúde e melhoria das condições de vida, representa ainda uma grande preocupação para profissionais e gestores da saúde. No Brasil em 2025 estima-se uma população de mais de 33 milhões de idosos (IBGE,2000). A readequação de serviços e políticas de saúde capazes de ofertar assistência de qualidade a esse grupo etário é um grande desafio, dada a maior carga social deste grupo em relação a população geral. Nesse sentido diversos autores buscam investigar os efeitos do envelhecimento sobre a qualidade de vida dos seres humanos e o impacto sobre a sociedade. Estudos de base populacional comprovam que em torno de 80% dos idosos são portadores de pelo menos uma doença crônica não transmissível, e condições de comorbidades de três ou mais destas doenças em pelo menos 33%, que comumente afetam os sistemas cardiovascular, respiratório e o sistema nervoso central. Portanto este o grupo é considerado o mais medicalizado, e o mais exposto aos risco do uso de polifarmácia, sendo o grupo etário mais vulnerável a reações adversas e interações medicamentosas devido ao declínio das funções orgânicas.
A prescrição e o uso de medicamentos inapropriados neste grupo etário é um importante problema concernente à saúde coletiva. Estudos nos Estados Unidos, Canadá, Europa, África e Ásia demonstram serem estas as causas mais prevalentes de internações hospitalares e óbitos pessoas com 60 anos ou mais. Beers et. al (1991) desenvolveram critérios para administração de medicamentos em idosos, listando medicamentos de diferentes classes terapêuticas que deveriam ser evitados em pessoas de idade avançada. Shrank et. al. (2007) em estudo de revisão enumeraram diversos efeitos relacionados ao uso de drogas por pessoas com 65 anos ou mais, tais como, risco de distúrbios gastrointestinais como gastrite, úlceras hemorrágicas, naúseas e vômitos devido o uso continuado de antiinflamatórios não esteróidais (AINES - ex: diclofenacos), que não devem ultrapassar 5 dias ou uma semana;  aumento do risco de quedas, fraturas e demência por uso crônicos de benzodiazepínicos; insuficiência renal e hipercalemia associado ao uso de inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA - ex: captopril), risco aumentado de hemorragia craniana pelo uso de anticoagulantes (ex: warfarim); uso de barbitúricos ( ex: fenobarbital e tiopental) com aumento do risco de quedas e fraturas de quadril em mulheres, como também delírio e suicídio por deprimirem o sistema nervoso central;entre outros. Assim a prescrição de medicamentos para pessoa idosa deve estar amparada em criteriosa avaliação de risco/benefício, e acompanhamento regular dos níveis sanguíneos destas substâncias como de proteínas marcadoras de lesões hepáticas e renais. A adoção de estilos de vida saudável, como alimentação balanceada, prática regular de atividade física, e uso de terapias não farmacológicas como terapias comportamentais e fisioterapia.



Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva


quarta-feira, 10 de março de 2010

Bem Vindos ! Welcome! Bienvenue! Bienvenido! Benvenutti!

Bem vindos! Esse é mais um canal de comunicação da Barros Fisioterapia e Reabilitação. Nossa empresa é um marco na fisioterapia cearense, principalmente quanto a oferta de serviços de vanguarda em fisioterapia e reabilitação, tendo sido a primeira do interior cearense com certificação internacional nas áreas de reabilitação neurológica e terapia manual. estando presente nos diversos segmentos da fisioterapia, com capacitação nos melhores centros de saúde do Brasil (São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas, Belo Horizonte, entre outros). Tem como parceiros as maiores empresas de saúde de grupo do país. E uma clientela mais que seleta. Portanto esse é seu espaço de saúde, aqui divulgaremos nossos serviços, novas técnicas e abordagens de tratamento, campanhas promocionais e tudo que você quiser saber sobre saúde e bem estar. Porque para nós é bem estar bem.


Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva