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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Descoberta possível cura para a Diabetes Tipo I

Desativação de hormônio dispensaria injeções de insulina, dizem cientistas.
De acordo com uma equipe do Centro Médico da Universidade do Sudoeste do Texas, nos Estados Unidos, a desativação de um hormônio pode ser suficiente para tratar diabetes tipo 1, uma doença autoimune - na qual o sistema de defesa ataca as células e tecidos do próprio corpo - o que faz as concentrações de açúcar no organismo ficarem muito altas. A descoberta será tema de edição de fevereiro da revista especializada "Diabetes".
Para Roger Unger, professor da instituição e principal autor do artigo científico, os pesquisadores testaram a capacidade de camundongos, cobaias comuns em testes pré-clínicos, aproveitarem o açúcar presente no sangue, fruto da alimentação dos animais. O truque bioquímico foi alterar geneticamente os roedores para que produzissem quantidades menores de uma substância conhecida como glucagon, responsável por impedir que os níveis de glicose (açúcar) fiquem muito baixos.
No caso dos diabéticos, essa ação do glucagon faz os níveis de glicemia aumentarem muito. Esse efeito seria compensado em pessoas saudáveis pela ação da insulina, responsável por permitir que o açúcar penetre nas células do corpo. Dentro delas, a glicose poderia ser imediatamente aproveitada para gerar energia ou armazenada. Mas para os pacientes com diabetes tipo 1, a produção de insulina não existe ou é seriamente comprometida.
No entanto para os pesquisadores norte-americanos acreditam que os resultados obtidos com os camundongos apontem que, caso os níveis de glucagon consigam ser controlados, a insulina se torna supérflua, já que os níveis de glicemia estariam normais, dispensando as injeções da substância para equilibrar a "balança" do açúcar no sangue.
O "padrão ouro" de tratamento da doença ainda é o mesmo de 1922, quando da descoberta da doença, ou seja,  ainda é por meio de injeções diárias de insulina.
Saiba mais: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/01/pesquisadores-dos-eua-descobrem-possivel-cura-para-diabetes-tipo-1.html

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Crise na Saúde Pública

Para o Professor Paulo Paim, 1998, em seu artigo Saúde Coletiva: uma "nova saúde pública" ou campo aberto a novos paradigmas, afirma que o desenvolvimento econômico e social deve está amparado pelo aumento e melhoria da prestação de serviços de saúde e que já naquela década já se vivia uma crise "nova saúde pública"  sendo necessário e urgente a questão da saúde no âmbito político-coletivo-social. Naquela época a prioridade que se levantava era a re-construção de valores como a definição do processo saúde-doença, a mudança da abordagem  clínico-terapêutica, a promoção da saúde e a prevenção de doenças.
Porém, para o autor e outros cientistas sociais da saúde, dois grandes problemas atuais foram esquecidos ou não previstos, a desvalorização profissional e a burocratização do sistema de saúde. Atualmente servidores do SUS, em grande maioria, como é no Município de Quixadá, os servidores já acumulam nos últimos 14 anos amargam perdas salariais de mais de 130% de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getúlio Vargas (IPCA-FGV) e falta de Planos de Cargos e Carreiras que imprime uma desqualificação continuada dos profissionais que sem estímulos ficam renegados aos "achimos diagnósticos-terapêuticos" e à margem da evolução científica-profissional. Resultando para a população serviços de saúde cada vez mais ineficientes e ineficazes, ou seja, um saúde pobre voltada para "pobres brasileiros" que deveriam ser considerados cidadãos, mesmo que diante de obras arquitetônicamente exuberantes e equipadas, como as Políclínicas e Hospitais Reginais construídos e implantados pelo Governo do Ceará.
No entanto, a principais causas para tamanha crise, não estão ligadas exclusivamente ao gestores da saúde ou a simples fato da corrupção no Brasil incorrer em grande parte da gestão pública, mas importantemente a falta de politização séria dos profissionais, a desarticulação de sindicatos e associações, o fisiologismo crescente e a troca de favores. Do que sem a mudança radical do modo de pensar dos profissionais de saúde objetivando a um processo contínuo de pressão dos gestores e conscientização da sociedade o Sistema Único de Saúde (SUS) construído nas trincheiras das universidades, da luta sindical, e das comunidades eclesiais de base da Igreja Católica será fadado a uma ação inócua e ao desaparecimento, e estragétias como a Estratégia Saúde da Famíllia (ESF) que passa por uma descontrução através da burocratização e desestímulo dos profissionais serão extintas.  
Portanto por uma "nova saúde publica" urge profissionais e sociedade unidos e conscientes da importância de se construir saúde e cidadania. E cidadania profissional pode ser entendida como luta por salários mais justos e compromisso com a qualificação e respeito profssional seja no setor público ou privado.


Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Vacina contra o alcoolismo


Segundo pesquisadores chilenos já é possível sonhar como uma vacian contra o alcoolismo. Os pesquisadores da Universidade do Chile estudam uma mutação no cromossomo de 20% da população de indivíduos asiáticos que faz com que esses não produzam a enzima "aldeído desidrogenase" que metaboliza o álcool no organismo.
De acordo com o pesquisador responsável a vacina agiria inibindo a ação desta enzima no fígado  de indivíduos ditos normais, ou seja, não potadores da mutação asiática, o que garantia a potenciação dos efeitos como náusea, enjôos e vasodilatação, entre outros, o que segundo o pesquisador tornaria muito mais sacrifincante o uso do álcool. 
tetes em ratos de laboratório já evidenciam a redução no consumo em 50%, faltando ainda o início de testes em seres humanos.


Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva

Mais informações:

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Fisioterapia x Dores Ciáticas

                                      Fonte: http://williamsportmassagem.blogspot.com/

A dores ciáticas são aquelas originadas geralmente por compressões das raízes nervosas decorrentes de lesões nos ânulos fibrosos que procam o estravazamento do disco núcleo intervertebral, ou contraturas musculares dos músculos piriforme (Síndrome do Piriforme). As formas menos frequentes de dores ciáticas são aquelas originadas por processos malignos da coluna ou do próprio nervo, estando presente em menos de 5% dos pacientes.
Para o fisioterapeuta um diagnóstico seguro e antecipado a complicações mais graves é o principal instrumento para uma solução terapêutico-clínica rápida e eficaz.
No caso de dores agudas o tratamento é composto por repouso, farmacoterapia com antiinflamatórios não-hormonais (AINES) e fisioterapia analgésica com a utilização de crioterapia, estimulação nervosa elétrica transcutânea (TENS), calor superficial com Infra-vermelho ou parafina, ou calor profundo por microondas 
No caso da fisioterapia esta é considerada a terapia de escolha de menor risco-benefício para os pacientes, pois ao contrário do uso de medicamentos, não possui risco de efeitos adversos como náuseas, gastrites, alergias e outras complicações. Estando principalmente indicada em indivíduos com idade avançada, que apresentam as funções hepáticas e renais diminuídas devido ao processo de envelhecimento.
Quando da ocorrência da Síndrome do Piriforme manobras oteopáticas de liberação fascial e aquelas denominadas de músculo-energia que objetivam o relaxamento do músculo devem ser utilizadas pelo profissional fisioterapeuta  primariamente, ocasições em que a solução terapêutica é quase imediata.
Porém, em casos onde a dor persiste investigações mais especializadas com técnicas radiográficas como ressonância magnética com contraste devem ser encorajadas para excluir outras patologias, como o câncedr ósseo. Do que, situações onde existam possibilidade de patologias neoplásicas terapias por calor profundo e massoterapia estão contraindicadas devido ao risco de mestastáse.
A Clínica Dr. Gilmar Barros possui larga experiência nesse tipo de diagnóstico e tramento, utilizando a mais modernas técnicas de diagnóstico e tratamento, entre elas a utilização de Raio LASER e Osteopatia.


Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional regulamenta atuação do fisioterapeuta em terapias integrativas



Fonte: amentedeumsobrevivente.blogspot.com

No último dia 11, foi publicada, no Diário Oficial da União, a Resolução n° 380 de 2010, que regulamenta o uso das Práticas Integrativas e Complementares de Saúde pelos Fisioterapeutas. Entre as que foram autorizadas, destacam-se Fitoterapia, Terapia Floral, Magnetoterapia, Fisioterapia Antroposófica, Termalismo, Crenoterapia, Balneoterapia e Hipnose. Com a Resolução, o campo de atuação dos Fisioterapeutas está mais amplo e a classe será beneficiada com a utilização desses recursos para tratamento, prevenção e promoção da saúde.  De acordo com o conselheiro Wilen Heil e Silva, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) continuará seu trabalho em busca da valorização da fisioterapia e de espaço no mercado de trabalho para os profissionais. O conselheiro lembra a importância da parceria com algumas entidades. “Tais conquistas não seriam possíveis se não fosse a participação da Associação dos Fisioterapeutas Acupunturistas do Brasil (AFA), da Sociedade Brasileira de Fisioterapeutas Acupunturistas (SOBRAFISA) e dos demais colaboradores, incluindo os Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITOs), que sempre conduziram esta importante demanda social”, afirma.  O conselheiro afirma que o COFFITO vai incentivar os CREFITOs a buscar parcerias com as entidades associativas e a estimular o registro dos profissionais atuantes nos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) para que eles exerçam tais práticas na atenção básica.


Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva
Fontes: http://www.coffito.org.br/ e Associação Brasileira de Fisioterapia Científica