A AIDS ainda é uma PANDEMIA, ou seja, uma doença global, do grupo das doenças sexuais trasmissíveis (DST) que todos os dias faz milhares de infectados, e ainda mata milhões de pessoas, principalmente aquelas que vivem em áreas mais pobres e tem baixo nível educacional.
O Brasil desde os anos de 1980 até os dias atuais já registrou quase de 610 mil casos segundo o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Os Estados das Regiões Norte e Nordeste tem tido aumentos consideráveis na incidência dos casos, mesmo assim á maior concentração de casos continua sendo a Região Sudeste com 56% dos casos registrados. Quanto a faixa etária em ambos os sexos a mais incidente é entre 25 e 49 anos. Atualmente, segundo o sexo, a doença é ainda mais prevalente no sexo masculino, porém a razão por sexo, os seja, o número de casos em indíviduos de sexo masculino divididos por indivíduos do sexo feminino vem caindo assutadoramente nos últimos anos, mostrando maior fragilidade das mulheres frente a doença. Algumas justificativas para o aumento da doença em mulheres são apresentadas como, menor autonomia sexual perante os homens, que muitas vezes praticam sexo com diferentes companheiras e a resistência ao uso de camisinha com a cônjuge.
Quanto a forma de transmissão, as relações heterossexuais, aquelas entre pessoas de diferentes sexos somam os maiores números, já são responsáveis por 83.1%. Enquanto que no início da pandemia as relações homossexuais lideravam as expectativas epidemiológicas de crescimento da doença. Para se defender da doença, uma vida mais regrada com menor número de parceiros e uso de preservativos (camisinhas) ainda são a melhor alternativa de prevenção.
Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta
Especialista em Fisiologia Humana e Biomecânica
Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços
Mestre em Saúde Coletiva

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