A relação Fisioterapeuta-Paciente
deve acima de tudo ser pautada no
respeito mútuo, na ética, na moral, e na observância das sólidas bases
científicas que construíram e constroem a Ciência Fisioterapia. Mesmo diante da
mercantilização do mercado de saúde no Brasil e no Mundo, a dedicação do
profissional direcionada a solução efetiva dos problemas de saúde oriundos da
genética e/ou do percurso de vida e seus entornos sociais e ambientais devem
ser observados. Na esfera Profissional
Fisioterapeuta, este é responsável pelo agir autônoma e dignamente diretamente no processo
saúde-doença do paciente nos âmbitos físico patológico, psíquico e social; o
profissional fisioterapeuta inicia sua assistência à saúde do indivíduo a
partir da Consulta Clínica Cinesiofuncional, remunerada , momento que o profissional investiga as
condições pregressas do processo saúde-doença que levaram a alterações físico-químicas,
biológicas e cinesiológicas ( refere-se a postura e aos movimentos ) para
estabelecimento da doença, dependência e/ou incapacidades. Após isso, e somente após isso, o mesmo deve
elaborar seu diagnóstico, estabelecer uma terapêutica adequada e um prognóstico
de alta ou continuidade da assistência fisioterapêutica. O conhecimento científico paurado e continuado
deve ser uma máxima na trajetória de vida do profissional, sendo este coresponsável
com desenvolvimento científico e tecnológico da profissão através da geração de
conhecimento e nossas formas de terapias preventivas, curativas e de promoção
da saúde. Importante, e não menos necessário faz-se adicionar humanidade a esta
relação. O Profissional também não dispensa ou descarta paciente como objeto
inerte, pois respeita um compromisso de assistência multidimensional do
indivíduo como ser humano e social. é
vedado ao fisioterapeuta o abandono a assistência do paciente sem aviso prévio,
seja decorrente da impossibilidade de pagamento do cliente ou mesmo por
rompimentos contratuais com as operadoras de saúde, salvo ocorrências graves
que possam ferir a moral e a ética profissional. Na esfera do paciente, cabe a este manter seu
compromisso com o profissional fisioterapeuta, no tocante ao pagamento de
honorários financeiros quando se houver necessário em caso de assistência
particular (custeada pelo próprio paciente ou familiares), seja na regularidade
no pagamento de seguros ou planos de saúde juntos às operadoras do Sistema
Suplementar de Saúde regulado pela Agência Nacional de Saúde (ANS),
o mesmo deve inquirir sobre dúvidas em
relação às intervenções fisioterapêuticas, suas bases clínicas e
cinesio-funcionais, respeitando claro as orientações básicas de cuidados
norteadas pelo profissional quanto ao repouso ou atividades complementares que
promovam o bom andamento do processo de cura e/ou restabelecimento da saúde. Neste
processo vale lembrar, ainda, que a troca de profissional quando necessária e
objetivada pelo paciente deve ser realizada com zelo e respeito por estes,
assim, o paciente antes de contratar um novo clínico para prestação de serviço
de assistência à sua saúde deve comunicar ao seu Profissional Fisioterapeuta a
necessidade e os motivos que o impelem a tal mudança, como também o novo profissional
a ser contratado deve está ciente da mudança estabelecida, e se necessário
dialogar com o profissional antecessor sobres as condições clínico-funcionais
destes para que não incorramos em prejuízos éticos e morais, e principalmente, descontinuidade
ou mudança brusca na terapêutica que podem ocasionar danos a saúde do
indivíduo, geralmente leigo quanto à esses aspectos. A manutenção do compromisso mútuo é
fundamental, não só por ser uma norma ética e moral, mas por ser um ato de
respeito humano e da boa convivência social.
Outra questão importante na relação é o tratamento honorífico com que cada um deve prestar, o Fisioterapeuta com o paciente sempre deve reportar o mesmo de acordo com: Senhor (a) quando empregar apenas os sobrenomes; ou (Dom) Dona quando houver que usar o primeiro nome. No caso de Dom para homem, o costume passou a usar o termo Senhor em substituição a esse, o que não aconteceu na língua espanhola e inglesa em seus correlatos. Já o paciente, muitas vezes denominado de cliente, deve porta-se utilizando o termo Doutor, e este não se refere a titulação de Doutorado (relativo a conhecimento amplo e profundo em determinada área da ciência), mas relativo àquele que douta (presta assistência curativa ao corpo e a alma).
Outra questão importante na relação é o tratamento honorífico com que cada um deve prestar, o Fisioterapeuta com o paciente sempre deve reportar o mesmo de acordo com: Senhor (a) quando empregar apenas os sobrenomes; ou (Dom) Dona quando houver que usar o primeiro nome. No caso de Dom para homem, o costume passou a usar o termo Senhor em substituição a esse, o que não aconteceu na língua espanhola e inglesa em seus correlatos. Já o paciente, muitas vezes denominado de cliente, deve porta-se utilizando o termo Doutor, e este não se refere a titulação de Doutorado (relativo a conhecimento amplo e profundo em determinada área da ciência), mas relativo àquele que douta (presta assistência curativa ao corpo e a alma).
Mais informações:
facebook/clinicasgilmarbarros
facebook/annefisiobr
http://www.portalbrasil.net/etiqueta/tratamento.htm
http://www.portalbrasil.net/etiqueta/tratamento.htm

Nenhum comentário:
Postar um comentário