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sábado, 27 de dezembro de 2014

Relação Fisioterapeuta-Paciente

A relação Fisioterapeuta-Paciente deve  acima de tudo ser pautada no respeito mútuo, na ética, na moral, e na observância das sólidas bases científicas que construíram e constroem a Ciência Fisioterapia. Mesmo diante da mercantilização do mercado de saúde no Brasil e no Mundo, a dedicação do profissional direcionada a solução efetiva dos problemas de saúde oriundos da genética e/ou do percurso de vida e seus entornos sociais e ambientais devem ser observados.  Na esfera Profissional Fisioterapeuta, este é responsável pelo agir  autônoma e dignamente diretamente no processo saúde-doença do paciente nos âmbitos físico patológico, psíquico e social; o profissional fisioterapeuta inicia sua assistência à saúde do indivíduo a partir da Consulta Clínica Cinesiofuncional, remunerada ,  momento que o profissional investiga as condições pregressas do processo saúde-doença que levaram a alterações físico-químicas, biológicas e cinesiológicas ( refere-se a postura e aos movimentos ) para estabelecimento da doença, dependência e/ou incapacidades.  Após isso, e somente após isso, o mesmo deve elaborar seu diagnóstico, estabelecer uma terapêutica adequada e um prognóstico de alta ou continuidade da assistência fisioterapêutica.  O conhecimento científico paurado e continuado deve ser uma máxima na trajetória de vida do profissional, sendo este coresponsável com desenvolvimento científico e tecnológico da profissão através da geração de conhecimento e nossas formas de terapias preventivas, curativas e de promoção da saúde. Importante, e não menos necessário faz-se adicionar humanidade a esta relação. O Profissional também não dispensa ou descarta paciente como objeto inerte, pois respeita um compromisso de assistência multidimensional do indivíduo como ser  humano e social. é vedado ao fisioterapeuta o abandono a assistência do paciente sem aviso prévio, seja decorrente da impossibilidade de pagamento do cliente ou mesmo por rompimentos contratuais com as operadoras de saúde, salvo ocorrências graves que possam ferir a moral e a ética profissional.  Na esfera do paciente, cabe a este manter seu compromisso com o profissional fisioterapeuta, no tocante ao pagamento de honorários financeiros quando se houver necessário em caso de assistência particular (custeada pelo próprio paciente ou familiares), seja na regularidade no pagamento de seguros ou planos de saúde juntos às operadoras do Sistema Suplementar de Saúde regulado pela Agência Nacional de Saúde (ANS),  o mesmo deve inquirir sobre dúvidas em relação às intervenções fisioterapêuticas, suas bases clínicas e cinesio-funcionais, respeitando claro as orientações básicas de cuidados norteadas pelo profissional quanto ao repouso ou atividades complementares que promovam o bom andamento do processo de cura e/ou restabelecimento da saúde. Neste processo vale lembrar, ainda, que a troca de profissional quando necessária e objetivada pelo paciente deve ser realizada com zelo e respeito por estes, assim, o paciente antes de contratar um novo clínico para prestação de serviço de assistência à sua saúde deve comunicar ao seu Profissional Fisioterapeuta a necessidade e os motivos que o impelem a tal mudança, como também o novo profissional a ser contratado deve está ciente da mudança estabelecida, e se necessário dialogar com o profissional antecessor sobres as condições clínico-funcionais destes para que não incorramos em prejuízos éticos  e morais, e principalmente, descontinuidade ou mudança brusca na terapêutica que podem ocasionar danos a saúde do indivíduo, geralmente leigo quanto à esses aspectos.  A manutenção do compromisso mútuo é fundamental, não só por ser uma norma ética e moral, mas por ser um ato de respeito humano e da boa convivência social.
Outra questão importante na relação é o tratamento honorífico com que cada um deve prestar, o Fisioterapeuta com o paciente sempre deve reportar o mesmo de acordo com: Senhor (a) quando empregar apenas os sobrenomes;  ou (Dom) Dona quando houver que usar o primeiro nome. No caso de Dom para homem, o costume passou a usar o termo Senhor em substituição a esse, o que não aconteceu na língua espanhola e inglesa em seus correlatos. Já o paciente, muitas vezes denominado de cliente, deve porta-se utilizando o termo Doutor, e este não se refere a titulação de Doutorado (relativo a conhecimento amplo e profundo em determinada área da ciência), mas relativo àquele que douta (presta assistência curativa ao corpo e a alma). 

Mais informações:  

facebook/clinicasgilmarbarros
facebook/annefisiobr
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