A tradição oriental ao tempo de milêncios de história, diferentemente da civilização ocidental, sempre primou seus conhecimentos filosóficos para o autoconhecimento, ou seja, o conhecimento do "eu interior". Despertar o próprio eu é despertar verdadeiramente para todos os fenômenos da natureza estando em perfeita integração com os quatro elementos desta, a saber: ar, terra, fogo e água. Na filosofia budista a meditação é defendida como o único caminho para o auto-conhecimento e cura para os males do corpo e da alma (energia transcendental). Para Samyaksam-buddha, um dos três tipos de Buda reconhecido pelo busdismo, e também considerado o maior exemplo de auto-conhecimento e harmonia a meditação nos torna consciente das características da realidade de que todas as coisas são impermanentes, insatisfátórias e impessoais, assim seria possível viver de maneira plena, livre dos condicionamentos mentais que causam a insatisfação, o descontentamento e o sofrimento. Pois, aquele que despertou, que atingiu o estádio de NIRVANA, uma evolução plena do processo de meditação interpessoal e transcendental. Ainda de acordo com Siddhartha:
"Brâmane, assim como uma flor de lótus azul, vermelha ou branca nasce nas águas, cresce e mantém-se sobre as águas intocada por elas; eu também, que nasci no mundo e nele cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este. Lembre-se de mim como aquele que é desperto."

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